Relativamente à interação do low-code com outras ferramentas de IT, o estudo da KPMG revela-nos que mais de metade das empresas inquiridas (54%), utilizam a IA (inteligência artificial) em combinação com o low-code, nomeadamente pelo facto da nova IA generativa poder produzir código complexo em milissegundos. Nesse sentido, a barreira para o desenvolvimento de software nunca foi tão baixa: a IA e o low-code podem coexistir e crescer juntos, por um lado, o código gerado por IA não substitui ainda o desenvolvimento visual de ferramentas de low-code, por outro, a utilização de TuringBots aumentará drasticamente a adoção de low-code.
No que diz respeito às diferenças geográficas entre a Europa e os Estados Unidos da América (EUA), 43% dos Europeus percecionam como um desafio as poucas opções de customização da plataforma de low code, ao passo que apenas 32% nos EUA partilham da mesma opinião. Mais de metade (55%) das empresas inquiridas na Europa afirmam que têm orientações e uma estratégia específica sobre que aplicações deverão ser desenvolvidas em low-code, comparativamente aos 47% constatados nos EUA. No entanto a tendência é para estes números crescerem.